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Ele transportava 92 pessoas. A capacidade é para 41. Ônibus do Move Metropolitano tomba na Avenida Vilarinho, em BH TV Globo A Polícia Civil instaurou um procedimento administrativo para apurar as causas do tombamento de um ônibus metropolitano da linha 524R na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (21). A empresa responsável pelo coletivo ainda não deu os esclarecimentos pedidos pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) sobre superlotação, manutenção e documentação. O ônibus metropolitano da linha 524R seguia de Ribeirão das Neves, em direção à Avenida Cristiano Machado, na capital. Ele tombou na Avenida Vilarinho, altura da estação Candelária. Ele transportava 92 pessoas. A capacidade é para 41. O veículo de 2014 pertence a empresa Gávea Transportes, que faz parte do grupo Rodap. O motorista foi ouvido pela Polícia Civil e liberado. “Foi instaurado um processo administrativo preliminar para que se apure precisamente o ocorrido e até que sobrevenha possível representação de algum eventual ofendido para a continuidade da persecução penal”, disse o delegado Vitor Becker. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou que a última vistoria foi no dia três de outubro de 2019 e que "não existe um intervalo predeterminado para a realização de vistorias nos veículos do transporte público”. Na deliberação do Comitê Estadual de Enfrentamento à Covid, são permitidas 15 pessoas em pé dentro do ônibus. Em condições normais, fora da pandemia, este número salta para 51 pessoas. No ônibus envolvido no acidente, 66 pessoas estavam em pé. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas

Crime aconteceu na Feirinha e suspeita foi presa. Segundo a polícia, vítima devia R$ 100 PARA Homem é morto a facadas em Araguaína Um homem foi assassinado na tarde desta sexta-feira (21) em Araguaína, na região norte do Tocantins. Segundo a Polícia Militar (PM), ele foi golpeado com uma faca no peito. Uma mulher suspeita do crime foi presa em flagrante momentos após o homicídio. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram O crime aconteceu na Feirinha, um dos principais pontos comerciais da cidade. Conforme levantamentos feitos pela polícia, a vítima devia uma quantia de R$ 100 para a mulher. O dinheiro estaria relacionado com a compra e venda de drogas. A polícia vai investigar se esta foi a motivação do crime. A vítima não tinha sido identificada até a última atualização desta reportagem. O corpo do homem foi levado ao Insituto Médico Legal (IML) e o caso deve ser investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Homem é morto a facadas em Araguaína Reprodução/TV Anhanguera Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
A Polícia Militar chegou ao local nesta sexta-feira (21) por meio de uma investigação. Uma mulher foi encontrada em um cativeiro na rua Campos Vergueiro, na Vila Oliveira, em Mogi das Cruzes, nesta sexta-feira (21). Segundo informações da Polícia Militar, os policiais chegaram ao local por meio de um trabalho de investigação. A vítima, que é moradora de um condomínio de alto padrão na Serra do Itapeti, estava em cárcere privado e foi encontrada com sinais de tortura. Ainda de acordo com a PM, no local haviam quatro suspeitos que foram presos. Um deles era procurado por tráfico de drogas. Os criminosos foram levados para a Central de Flagrantes e devem responder por sequestro. Assista a mais notícias

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Boletim divulgado na quinta-feira (20) pela Secretaria de Estado de Saúde aponta que regiões registraram 85 novos casos prováveis em relação ao 1º informativo de 2022. Veja também a situação da zika e chikungunya. Aedes Aegypti, mosquito que transmite a dengue Reprodução/EPTV Em 9 dias, os municípios do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG registraram 85 novos casos prováveis de dengue, em relação ao 1º informativo divulgado em 2022. Com a confirmação feita pelo boletim epidemiológico divulgado na quinta-feira (20) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) as regiões chegaram a 100 registros notificados desde o início do ano. O informativo contabilizou uma notificação de chikungunya. Não houve registro de zika nas regiões. Os dados apontam a incidência do Aedes aegypti nas cidades do Estado e são referentes aos primeiros 20 dias do ano. Veja também: Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG fecham 2021 com quase 3.200 casos prováveis de dengue Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG registram 22 casos prováveis de dengue na 1ª semana de 2022 Dengue De acordo com o boletim da SES-MG, Monte Carmelo é o município com mais casos prováveis, com 24 registros. Em seguida aparecem Uberlândia (14) e Ituiutaba (9). Não há notificações de mortes nas regiões. Casos prováveis de dengue de 1º a 20 de janeiro de 2022 Chikungunya e zika Um caso provável de chikungunya foi notificado em Ituiutaba. Não há registro de zika nos municípios do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste. Minas Gerais No estado, os dados divulgados pela SES-MG apontaram 814 casos prováveis de dengue, sendo 178 confirmações. Em relação à chikungunya, são 27 casos prováveis e uma confirmação. Já de zika, o Estado registrou uma notificação, porém, sem confirmação. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Do total, 40 testaram positivo para o vírus e outros 14 aguardam para realizar teste da doença. A Santa Casa de Poços de Caldas tem 54 funcionários afastados devido à Covid-19. Em nota publicada nesta sexta-feira (21), o hospital destaca que 40 deles testaram positivo para a doença e outros 14 aguardam o terceiro dia de sintomas para realizar o exame. A administração municipal informou que cada afastamento tem duração média entre sete a dez dias. Apesar deste período, o hospital garantiu que os serviços prestados na unidade não sofreram alterações. “São 54 funcionários afastados, entretanto, isso de forma alguma está prejudicando a assistência ao paciente. O Hospital está cheio, absolutamente lotado, mas, apesar disso, nosso pessoal está se desdobrando em cobrir essas ausências e estamos conseguindo.”, explicou o superintendente da Santa Casa, Ricardo Sá, na nota publicada pelo hospital. Santa Casa de Poços de Caldas tem 54 funcionários afastados pela Covid-19 Rafael Santos De acordo com a Santa Casa de Poços de Caldas, atualmente o hospital possui dez pacientes internados em tratamento contra a Covid-19. Deste total de internações pelo coornavírus, a Santa Casa informou que oito estão em leitos clínicos e dois em Unidades de Pronto Atendimento (UTI). VÍDEOS: Veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

Agendamento obrigatório é necessário para crianças e quem precisa tomar a segunda dose da Janssen. Aplicação da vacina contra a Covid-19, em Campina Grande Foto: Codecom/Saúde CG Campina Grande vacina contra a Covid-19 crianças com 8 anos de idade sem comorbidades, neste sábado (22). Também serão vacinados quem tem entre 5 e 11 anos, com deficiência, autismo e comorbidades, além dos adolescentes, adultos retardatários e aqueles que precisam da segunda dose e de reforço (confira locais e horários abaixo). De acordo com a Secretaria de Saúde, a vacinação ocorre em dois locais, no Esac e no Parque da Liberdade, das 8h às 12h. Para a vacinação das crianças, não é exigida prescrição médica. A vacina pediátrica é especial, tem apenas um terço da dosagem da vacina adulta e é aplicada em duas doses, no intervalo de oito semanas. O agendamento obrigatório é necessário para crianças e quem precisa tomar a segunda dose da Janssen, no site vacinacao.campinagrande.pb.gov.br ou pelo aplicativo Vacina Campina. Vacinação de outros públicos Neste sábado, também haverá aplicação da primeira dose para adolescentes e adultos a partir de 18 anos; segundas doses das vacinas Pfizer, AstraZeneca e Coronavac; e terceira dose para pessoas que receberam a segunda dose há 4 meses. Vacinação contra a Covid-19 em Campina Grande neste sábado (21) Primeiras doses 12 anos ou mais Segundas doses Coronavac, Pfizer e AstraZeneca Terceiras doses para maiores de 18 anos que tomaram a D2 há 4 meses Dose de reforço da Janssen 8h às 12h Esac D1 de crianças com comorbidades e deficiência permanente de 5 a 11 anos e de D1 de crianças com 8 anos + sem comorbidade Parque da Liberdade Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Braz Sant’Anna e sua equipe renunciaram à defesa uma semana após Monique Medeiros dizer ter sido ameaçada por uma advogada contratada pelo ex-vereador para uma investigação paralela. Dr. Jairinho e Monique assistem a depoimentos no Tribunal do Júri Henrique Coelho/g1 O advogado Braz Sant’Anna, que representa Jairo Souza Santos Junior, o Jairinho, no processo pela morte do menino Henry Borel, renunciou à defesa do ex-vereador. Alegando motivos pessoais, ele e sua equipe vão se afastar do caso, e vão apenas aguardar um novo advogado assumir a defesa no processo. Investigação paralela A renúncia acontece uma semana depois de Monique Medeiros, ex-namorada de Jairinho e também acusada pela morte de Henry, afirmar ter sido ameaçada por uma advogada, Luciana Fróes, que foi contratada pela família de Jairinho para uma investigação paralela do caso. A advogada fez uma visita à professora no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, na Zona Norte da cidade, e teria feito ameaças para que ela assumisse a culpa pela morte de Henry. A defesa de Monique representou contra a Luciana Froés, que confirmou a visita no dia 7 de janeiro, mas negou qualquer ameaça. A advogada disse apenas que estava colhendo informações sobre o histórico médico de Henry. Caso Henry: acusação e defesas fazem balanço dos depoimentos das testemunhas Caso Henry : saiba o que pode acontecer com Jairinho e Monique após audiência de instrução e julgamento Pai de Henry quer penitenciária de segurança máxima para Jairinho e Monique Paralelamente a essa troca de acusações entre advogados, o engenheiro Leniel Borel, pai de Henry, pede a transferência dos réus para um presídio de segurança máxima, para que não possam influenciar no processo. “Queremos o isolamento para ambos. Para Monique, por temer pela vida; Jairo, em razão de supostamente estar por trás de tais das ordens e ameaças”, pediram os advogados Igor de Carvalho e Marcio da Silva, que representam Leniel. A renúncia de Braz Sant’Anna acontece a menos de um mês de mais uma audiência de instrução e julgamento, no dia 9 de fevereiro, quando, inclusive, os réus serão ouvidos.

Segundo a prefeitura, a maioria dos atingidos residem na zona rural do município. Cerca de 1.200 famílias ribeirinhas estão desalojadas e 780 km de estradas vicinais estão intrafegáveis por conta da enchente. Alagamentos no município são provocados por cheia do rio Tocantins. Defesa Civil A Prefeitura de Baião, município paraense da região do Baixo Tocantins, publicou decreto nesta sexta-feira, declarando situação de emergência no município por conta das chuvas severas que têm atingido a região e provocado aumento no nível do rio Tocantins. Parecer técnico da Defesa Civil do município aponta que os mais afetados são moradores da zona rural de Baião. Cerca de 1.200 famílias ribeirinhas estão desalojadas e aproximadamente 780 km de estradas vicinais estão intrafegáveis por conta dos alagamentos. As localidades atingidas são: zona urbana, mais de 40 comunidades ribeirinhas, vilas que ficam à beira de estradas, assentamentos, área rural da PA-15, área Magalhães Barata Colônia e Colônia da PA-151. Mais de 200 famílias residentes na sede do município foram atingidas. Defesa Civil de Baião A prefeitura informou que a enchente têm prejudicado o escoamento da produção agrícola e pecuária, bem como o acesso das comunidades a serviços essenciais como de saúde e segurança pública. A situação tem se agravado desde o dia 15 de janeiro desse ano. Estruturas em espaços da cidade foram comprometidas pela devastação da água. De acordo com a prefeitura foram danificados, até o momento, mais de 31 pontes, 14 trapiches, 18 escadarias e drenagem de várias ruas. Mais de mil famílias ribeirinhas estão desalojadas. Defesa Civil Cerca de 19.650 pessoas já foram afetadas indiretamente pela enchente no município. Desse total, 240 famílias residem na área urbana, 4.800 famílias estão isoladas na zona rural e 1.200 famílias ribeirinhas desalojadas. Estradas também estão comprometidas. Aproximadamente 780 km de vicinais estão com trechos submersos ou com atoleiros e erosões. Algumas também apresentam deslizamentos de terra nas encostas do rio, próximo à áreas ocupadas por casas.

Número de pessoas doentes após infecção pelo coronavírus está subindo desde o início de janeiro. Mortes e casos de coronavírus nos municípios do Maranhão G1 O Maranhão chegou a 377.458 casos de Covid-19 e 10.438 óbitos pela doença, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta sexta-feira (22). Segundo a SES, 909 novos casos foram registrados nas últimas 24 horas no estado. O número de casos acima de 900 em um único dia tinha sido registrado pela última vez somente em 29 de julho de 2021. Dos novos casos registrados, 293 foram na Grande Ilha de São Luís, 42 em Imperatriz e 574 nas demais regiões do Maranhão. Já em relação as mortes, cinco foram registradas em Amarante do Maranhão (1), Imperatriz (1), Nova Olinda do Maranhão (1) e São Luís (2). Desses, um óbito ocorreu nas últimas 24 horas, e as demais aconteceram em dias e/ou semanas anteriores e aguardavam resultado do exame laboratorial para Covid-19. O número de casos ativos (pessoas que, no momento, estão com Covid-19) voltou a subir e chegou a 4.694. Desse número, 4.370 pessoas estão orientadas a ficar em isolamento domiciliar, 173 estão internadas em enfermarias e 151 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 4 MÉDIA MÓVEL: Confira a progressão de casos e mortes por Covid-19 no MA DÚVIDAS: Veja mais de 40 perguntas e respostas GUIA ILUSTRADO: Conheça mais sobre a Covid-19 COVID-19 NO MA: Veja o número de casos da doença na capital e em todas as cidades do estado Recuperados e testes Até o momento, 362.326 pacientes já se recuperaram da Covid-19 (Confira algumas histórias de recuperados pela doença no estado no fim desta reportagem). Ao todo, a Secretaria de Saúde diz que já foram realizados 950.848 testes (rede privada + pública) para a Covid-19, sendo que 650.019 casos foram descartados. O número de casos suspeitos atuais é de 1.689. Faixa etária dos pacientes 0 a 9 anos - 12.647 10 a 19 anos - 28.683 20 a 29 anos - 60.683 30 a 39 anos - 79.888 40 a 49 anos - 66.263 50 a 59 anos - 48.937 60 a 70 anos - 34.701 Mais de 70 anos - 31.370 Não informado - 14.296 Percentual de casos por sexo Masculino - 44% Feminino - 56% Taxa de ocupação de leitos de UTI Leitos de UTI para a Covid-19 na Grande São Luís Total de leitos de UTI - 74 Leitos ocupados de UTI - 51 % de ocupação das UTIs - 68,92% Leitos clínicos para a Covid-19 na Grande São Luís Total de leitos - 130 Leitos ocupados - 91 Porcentagem de ocupação - 70% Leitos de UTI para a Covid-19 em Imperatriz Total de leitos - 30 Leitos ocupados - 15 Porcentagem de ocupação - 50% Leitos clínicos para a Covid-19 em Imperatriz Total de leitos - 36 Leitos ocupados - 24 Porcentagem de ocupação - 66,67% Leitos de UTI para a Covid-19 nas demais regiões Total de leitos - 60 Leitos ocupados - 34 Total de leitos - 56,67% Leitos clínicos para a Covid-19 nas demais regiões Total de leitos - 100 Leitos ocupados - 30 Porcentagem de ocupação - 30% Novas cepas no Maranhão O Maranhão confirmou, no dia 26 de fevereiro, o primeiro caso da variante brasileira P.1 (Gama) da Covid-19, originalmente identificada no Amazonas. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Já em maio, o Maranhão registrou os primeiros casos da variante indiana (Delta) do coronavírus (chamada de B.1.617) no Brasil. Foram seis pessoas que chegaram ao estado a bordo do navio MV Shandong da Zhi, atracado no litoral do estado. Dos seis infectados, um precisou ser levado de helicóptero para um hospital da rede privada no dia 13 de maio. Trata-se de um tripulante indiano de 54 anos, que acabou morrendo no dia 28 de junho. Em dezembro, o governo do Maranhão confirmou que, além da variante P.1 (Gama), a variante (Delta) também estava entre os registros de variantes de circulação local no estado. Curados da Covid-19 Graciliano tem 68 anos passou dois meses internado, mas teve alta da Covid-19 Divulgação/SES Após passar dois meses internado com a Covid-19, o idoso Graciliano Pereira dos Santos recebeu uma grande festa por se recuperar da doença e receber alta no Hospital Dr. Genésio Rêgo, em São Luís. A comemoração contou com a participação de familiares e da equipe médica do hospital. Aos 68 anos, Graciliano é aposentado e ficou conhecido pelo seu carisma com todos os profissionais de saúde. Aos 101 anos, Regina Coelho Guiné venceu a Covid-19 no Maranhão. Julyane Galvão/Secretaria de Saúde do Maranhão (SES) Aos 101 anos, a idosa Regina Coelho Guiné foi mais uma maranhense que venceu a Covid-19 em São Luís. Os sinais iniciais de infecção pela doença como febre e indisposição, foram percebidos por um dos filhos da idosa. Dona Regina passou por um exame de testagem onde foi comprovado o diagnóstico. Após o tratamento, a resposta imunológica foi surpreendente e chamou a atenção dos médicos e familiares da idosa, já que ela estava em recuperação de uma cirurgia no fêmur. Luzia Angelita tem 73 anos e agradeceu os profissionais de saúde após receber alta da Covid-19 Divulgação/HUUFMA Luzia Angelita Costa Almeida, de 73 anos, recebeu alta da Covid-19 e reencontrou a família após 90 dias internada no Hospital Universitário da UFMA, em São Luís. A paciente foi a segunda pessoa com Covid-19 a dar entrada no hospital e também era a que estava a mais tempo internada. Segundo o HUUFMA, o tratamento da idosa exigiu diversos esforços da equipe de saúde, além da força e superação da paciente para vencer as dificuldades. Flávia recebe abraço após receber alta da Covid-19 no Hospital Universitário, em São Luís Divulgação/HUUFMA Flávia Cristina Abreu de Almeida, de 49 anos, recebeu alta com grande festa no Hospital Universitário, em São Luís. Ela ficou 34 dias internada com a Covid-19 e saiu chorando e agradecendo os profissionais de saúde. A maranhense foi a última pessoa internada em uma das duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) que o HUUFMA mantinha apenas para pacientes com Covid-19, e que foi desativada. Após quase dois meses internada, paciente de 61 anos vence o coronavírus no Maranhão Divulgação Após ficar internada durante um mês e 22 dias, a paciente Celma Rodrigues, de 61 anos, ganhou uma nova vida depois de receber alta do Hospital Dr. Genésio Rêgo. Quando ela deu entrada no hospital, seus pulmões estavam com 92% de comprometimento. Ao todo, foram 31 dias internada em um leito de UTI e outros 21 dias na enfermaria até vencer a Covid-19. Cuidados Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. N

Dos 158 genomas analisados, 145 (91,8%) foram identificados como variante ômicron e outras 13 amostras (8,2%) como a variante delta do coronavírus. Ao todo, 158 genomas do SARS-CoV-2 que circulam em Pernambuco foram sequenciadas Bruno Leite/Fiocruz-PE/Divulgação A variante ômicron do coronavírus corresponde a 91,8% dos testes sequenciados pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz PE), de acordo com o governo de Pernambuco. É o que aponta relatório de circulação de linhagens divulgado nesta sexta-feira (21), confirmando a prevalência da variante no estado. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Dos 158 genomas analisados, 145 foram identificados como variante ômicron e outras 13 amostras (8,2%) como a variante delta. As amostras analisadas foram coletadas entre os dias 28 de dezembro de 2021 e 13 de janeiro de 2022. As coletas que registraram a variante ômicron são de pacientes do Recife (94) e de Fernando de Noronha (45), Paulista (2), Carnaubeira da Penha (1), Sertânia (1), Garanhuns (1) e Jaboatão dos Guararapes (1). Os casos de delta são de pacientes das cidades de Araripina (1), Cabrobó (4), Recife (6), Petrolina (1) e Serra Talhada (1). LEIA TAMBÉM: Variante ômicron prevalece em 98,7% das amostras no país Ômicron já é a variante dominante no mundo, aponta OMS PE tem mudanças no plano de convivência com a Covid Os primeiros casos da variante ômicron no estado foram confirmados no dia 7 de janeiro de 2022, após o resultado da análise de 80 amostras coletadas entre novembro e dezembro de 2021, das quais 21 delas, o equivalente a 26%, foram positivas para essa linhagem do coronavírus. No dia 14 de janeiro de 2022, o governo informou que a variante ômicron da Covid-19 já era dominante no estado e foi responsável por 68% dos casos de Covid-19 sequenciados entre 26 de novembro de 2021 e 4 de janeiro deste ano. Vídeos de PE mais assistidos

Reportagem do g1 revelou que governo paulista contabilizou, em janeiro, menos casos no estado inteiro do que a prefeitura registrou apenas na capital. Coordenador do Programa de Computação de Dados Científicos da Fiocruz afirma que divergência precisa ser resolvida rapidamente. Capital registrou mais casos de covid em janeiro do que o estado contabiliza O coordenador do Programa de Computação de Dados Científicos da Fiocruz, Daniel Villela, disse nesta sexta-feira (21) que a divergência de dados de Covid-19 entre o governo de São Paulo e a prefeitura da capital precisa ser resolvida rapidamente para que o acompanhamento da pandemia seja confiável. A Secretaria Estadual da Saúde admitiu nesta quinta-feira (20) que os dados do estado estão defasados, após o g1 revelar que o governo de São Paulo contabiliza menos casos novos de Covid-19 para todo o estado do que a prefeitura registra apenas na capital paulista. "É preciso ter uma noção real da gravidade da situação. No momento atual, por exemplo, o número de casos hospitalizados por vírus respiratórios vêm numa tendência de crescimento em todos os estados", disse Villela. "Então, a partir do momento em que se observa o quanto tá crescendo, acho que passa uma noção pras pessoas de que é mais importante ter atenção nos ambientes em que estão, se tem alguma aglomeração, enfim, se proteger e completar esquema vacinal contra a Covid19", completou. O reconhecimento de que há problemas nas estatísticas estaduais foi feito pela diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Tatiana Lang, em entrevista exclusiva ao g1. A diretora da vigilância estadual declarou ainda que técnicos da área da Saúde vão se reunir na próxima segunda-feira (24) para tentar solucionar as discrepâncias entre os dados do estado e dos municípios, especialmente da capital. Segundo Lang, uma mudança na base de dados da Prefeitura de São Paulo teria feito com que os técnicos do estado não consigam “enxergar” uma parte dos casos que são inseridos pela prefeitura. Na semana passada, a pasta estadual disse que a divergência ocorria porque a prefeitura não estava seguindo critérios do Ministério da Saúde para classificação dos casos, o que foi contestado pelo município. Nesta quinta, Lang elencou outras hipóteses para a discrepância, entre elas a continuidade do impacto do apagão de dados do Ministério da Saúde, atrasos na inserção de dados por parte dos outros municípios, e duplicidade de registros nas bases (leia mais sobre cada hipótese abaixo). Para Daniel Villela, coordenador do Programa de Computação de Dados Científicos da Fiocruz, durante uma epidemia, acompanhar o número de casos, óbitos, taxa de ocupação de leitos, casos hospitalizados, entre outros indicadores, é importante "para poder tomar a melhor decisão possível em termos de políticas públicas". Por isso, ele explica que o atraso ou subnotificação de dados é um problema nesse processo. "Se você não tiver essa estatística da forma mais fidedigna possível, isso vai interferir no panorama que está sendo observado, vai interferir nos indicadores que estão sendo coletados", explica. Mulher usando máscara de proteção facial passa diante de um cartaz com alerta sobre o coronavírus na região central de São Paulo, na manhã desta segunda-feira, 15 NELSON ANTOINE/ESTADÃO CONTEÚDO Villela afirma ainda que essas decisões devem ser feitas de antemão. "Não deve se decidir de forma reativa, o que quero dizer com isso, decidir só depois que o número chega a nível crítico", disse. Ainda segundo o especialista, um número mal dimensionado pode levar à falta de recursos e até a um colapso no sistema de saúde. "Então acaba que muitas pessoas estão em condições mais vulneráveis e podendo até mesmo afetar em maior número de óbitos, por exemplo, algo que não se deseja de forma alguma." Estado tem menos casos do que capital Entre os dias 1º e 19 de janeiro, o município de São Paulo notificou 96.932 casos de Covid-19. Já o governo paulista teve 67.413 casos notificados em todo o estado, no mesmo período, segundo tabela da Secretaria da Saúde, que utiliza os mesmos sistemas que a prefeitura da capital para a obtenção dos dados. A comparação foi feita pelo g1 utilizando dados dos sistemas Sivep-Gripe e e-SUS Notifica, de acordo com a extração disponibilizada nos sites oficiais da Secretaria Municipal da Saúde da capital e da Secretaria Estadual da Saúde. Pesquisadores afirmaram que as autoridades precisam esclarecer a razão de a capital ter mais registros do que o estado, uma vez que os números são registrados nas mesmas plataformas. Outra análise, feita pela TV Globo com base nos registros de casos da cidade e estado, por data de início de sintomas dos pacientes, também aponta grande diferença, que se acentuou em janeiro. A comparação foi feita levando em consideração a justificativa do estado de que parte dos casos que são confirmados pela Prefeitura não são “vistos” pelo sistema de extração do estado (veja abaixo). Nos primeiros 19 dias deste ano, a capital registrou quase 84 mil Casos de Covid-19, por data de início de sintomas, mas o estado contabilizou apenas 6 mil registros na cidade, no mesmo período. O gráfico mostra a evolução de novas pessoas apresentando os primeiros sintomas da doença na cidade de São Paulo a cada dia desde março de 2020, calculando a média móvel, para suavizar a curva, e de acordo com três recortes diferentes: A linha azul traz o balanço extraído dos sistemas e-SUS Notifica e Sivep-Gripe pela Secretaria Estadual da Saúde; A linha rosa trata do mesmo balanço, mas extraído pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, sem nenhum processo de tratamento; Já a linha vermelha, mais alta que as demais, também é um balanço extraído pela Secretaria Municipal, mas após a aplicação do método de reclassificação automatizado, para tratar como confirmados todos os casos que já cumprem os critérios federais de confirmação, mas ainda constam em aberto no sistema. Os dados das semanas mais recentes ainda podem sofrer alterações devido ao atraso entre o início dos sintomas e a notificação e diagnóstico do caso nos sistemas. Hipóteses para discrepância Em conversa com o g1 nesta quinta, a diretora da vigilância estadual reconheceu que os dados do estado de São Paulo estão “comprometidos” ao comentar que “são vários fatores que levam a um denominador comum”. Questionada se o denominador comum em questão seria o fato de que os dados ainda estão defasados, Tatiana Lang respondeu: “Sim, por isso a gente leva em consideração os dados do Censo Covid [sistema estadual] de internação em UTI e enfermaria para as tomadas de decisão que nós estamos tendo neste momento”. Segundo a servidora, o problema “não é só culpa do município” e tampouco é apenas culpa do estado. Por isso, na segunda-feira, uma equipe técnica de tecnologia vai se reunir para “reavaliar esses scripts” junto com técnicos da capital. “Só assim eu vou poder te dar uma posição mais concreta”, completou Lang. Pessoas aguardam atendimento no pronto-socorro municipal de Franca, interior de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (5 de janeiro). Igor do Vale/Estadão Conteúdo Diversas hipóteses foram levantadas pela diretora para justificar a defasagem dos dados estaduais. Uma delas foi um eventual atraso na inserção de dados por parte dos outros municípios, para além da Prefeitura de São Paulo. “Nos outros 644 municípios que compõem o nosso estado, muitos dos municípios estão com fichas [de casos confirmados de Covid] paradas para digitar dentro do sistema, e a gente não consegue de fato enxergar esses dados”, disse Lang. Outro fator apontado pela servidora foi a possibilidade de haver duplicidade de registros nas bases da prefeitura da capital. No entanto, a administração municipal já relatou que exclui os dados duplicados entre sistemas e também faz a higienização dos dados que são publicados. Finalmente, uma hipótese citada pela servidora é a de que o apagão de dados do Ministério da Saúde ainda esteja impactando os dados do estado. Apesar disso, a Secretaria da Saúde do estado relatou à imprensa problemas causados pelo apagão apenas entre os dias 11 e 31 de dezembro de 2021 – ou seja, há mais de 20 dias a pasta não reporta dificuldades causadas pelas falhas do ministério. Queda na proporção de SP Paciente faz teste de detecção da Covid-19 na UBS Humaitá, bairro de Bela Vista, região central da cidade de São Paulo na manhã desta quarta-feira (12). SUAMY BEYDOUN/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO Além de notificar menos casos do que a capital, o estado também registrou, em janeiro, proporcionalmente menos casos novos de Covid-19 do que fazia antes do apagão de dados do Ministério da Saúde. O mesmo não ocorreu com outros estados populosos. A queda na proporção dá indícios de que os dados divulgados atualmente pelo estado não mostram todos os casos de Covid registrados nos sistemas do SUS. VÍDEO: entenda as diferenças entre os testes PCR, antígeno e autoteste de Covid O único outro estado em que a mesma divergência foi verificada, entre os seis mais populosos do país, é a Bahia, que admitiu problemas na extração de dados dos sistemas do ministério em boletim epidemiológico. Outros indicadores como aumento de internações, filas de espera em hospitais e alta procura de testes de Covid também indicam que o estado enfrenta uma nova explosão da contaminação. VÍDEOS: Veja mais sobre SP e região metropolitana

Até o momento, foram feitos 75 testes em funcionários e idosos. Cinco trabalhadores apresentaram resultado positivo. Cinco funcionários foram afastados depois de testarem positivo para Covid-19 Prefeitura de Cuiabá Cinco trabalhadores do abrigo Bom Jesus de Cuiabá testaram positivo para Covid-19 e foram afastados das funções para isolamento domiciliar. Os idosos e as pessoas que trabalham na unidade estão sendo testadas para evitar a proliferação do vírus. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a Clínica da Família, localizada no bairro CPA 1, em Cuiabá, está realizando assistência aos idosos. Até o momento, 75 pessoas já foram testadas e cinco funcionários tiveram resultado positivo para a Covid-19. Num primeiro momento, dois funcionários haviam testado positivo neste mês de janeiro. Mas, com a realização dos testes o número de positivados subiu para cinco. Eles passaram por consulta e foram afastados para cumprir o isolamento domiciliar. O coordenador de Atenção Primária da Região Norte de Cuiabá, Gilson Guimarães, disse que a SMS realizou teste em todas as pessoas com sintomas e informou que nenhum idoso testou positivo para Covid. Segundo a secretária municipal de Saúde, Suelen Alliend, a Pasta seguirá garantindo o suporte ao asilo. Ela destaca que os idosos são pessoas vulneráveis ao coronavírus. "Por se tratar de um grupo extremamente vulnerável, onde vivem muitos idosos, muitos com comorbidades e que precisam de uma atenção especial", disse a titular da Saúde. Em agosto do ano passado, a SMS montou uma força-tarefa depois que mais de 50 idosos e 9 funcionários contraíram Covid-19 no abrigo. O local chegou a passar por desinfecção por causa do grande número de contaminados. A maioria foi curada da doença. Uma idosa que era moradora do abrigo Bom Jesus de Cuiabá morreu, em setembro de 2021, depois do surto de Covid no local.

Município encerra período com 11 mortes e 23% de ocupação em leitos de UTI . Levantamento do g1 foi feito com base nos informativos divulgados pela Prefeitura entre 15 e 21 de janeiro. Profissional realiza análise de exame de Covid-19 em laboratório de Uberlândia Reprodução/TV Integração Na 96ª semana de divulgação dos boletins diários sobre a Covid-19, Uberlândia viu o número de casos confirmados da doença disparar e registrou 16.125 testes positivos. Este é o novo recorde em 7 dias desde o início da pandemia, bem à frente do registro anterior, que foi de 3.579 infectados. O levantamento é feito semanalmente pelo g1 a partir dos informativos divulgados pela Prefeitura. Nesta semana, os dados são dos boletins publicados entre o sábado (15) e sexta-feira (21). Com o aumento do número de casos, o município também confirmou mais mortes, foram 11. A disparada também refletiu na ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivas para pacientes com coronavírus, que variou entre 16% e 23%. Após observar a quantidade de testes positivos para a doença, a Prefeitura limitou a lotação máxima de shows, festas e espetáculos a 2.000 pessoas. Leia também: TESTES: explosão de casos em Uberlândia dificulta agendamento de testes em laboratórios e farmácias BOLETIM DIÁRIO: veja boletim da Prefeitura de Uberlândia de 21/01/2022; cidade bate recorde pelo 9º dia consecutivo com quase 2.850 novos casos VACINÔMETRO: veja quantas doses já foram aplicadas em Uberlândia VACINA SIM: saiba quem pode ser vacinado HOJE e o que fazer Confira abaixo mais comparações dos dados municipais. Casos confirmados Nas tabelas abaixo você confere o número de novos casos registrados em cada mês desde o início da divulgação dos boletins diários em março de 2020. Mesmo com apenas 21 dias, este mês já tem o maior número de casos confirmados desde o início da pandemia, com 20.344 testes positivos. O recorde anterior era de janeiro de 2021, com 13.152 registros. Novos casos em cada mês de 2022 *Até o dia 21 de janeiro Novos casos em cada mês de 2021 Novos casos em cada mês de 2020 Por semana O g1 mostra no gráfico abaixo a quantidade de casos confirmados em períodos de 7 dias. Na tabela, o número de notificações não é somado, sendo mostrado apenas os dados referentes a cada semana. 2022 Na 96ª semana de divulgação dos boletins (entre 15 e 21 de janeiro), a cidade registrou novo recorde de testes positivos em apenas 7 dias, foram 16.125. O número é o maior contabilizado em toda a pandemia. 2021 Em 2021, a cidade chegou a registrar 14 semanas seguidas com mais de 2 mil novos casos da doença, sendo que oito vezes consecutivas foram contabilizados mais de 3 mil infectados. 2020 Na primeira divulgação do boletim, feita em 21 de março de 2020, o município contava com três casos confirmados de Covid-19. A cidade chegou a ter 7 semanas seguidas com mais de mil novas notificações e duas semanas seguidas com mais de 2 mil registros. Ocupação de leitos A disparada de testes positivos na 96ª semana (entre 15 e 21 de janeiro) refletiu na taxa de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) exclusivas para pacientes com Covid-19. Ao longo da semana, o menor registro na rede municipal foi de 16%, porém, nesta sexta-feira 23% das vagas estão ocupadas. Durante a pandemia, a cidade registrou quatro períodos, sem interrupção, de ocupação total das UTIs: entre 26 e 29 de junho de 2020; entre 23 de agosto e 3 de setembro de 2020; entre 1º de março e 20 de abril de 2021; entre 2 e 3 de agosto de 2021. Mortes A primeira morte causada pela Covid-19 foi confirmada pela Prefeitura de Uberlândia em 2 de abril de 2020. Entre as semanas 50 e 55, o município teve mais de 100 vítimas semanalmente. Nesta semana 96 (entre 15 e 21 de janeiro), Uberlândia contabilizou 11 mortes causadas pela doença. Confira abaixo a evolução no número de mortes por semana: Perfil das mortes Conforme os boletins, em relação ao perfil das mortes pela Covid-19 em Uberlândia, o maior número de registro de mortes está na faixa etária de idosos de 70 a 79 anos, com 760 mortes. Na semana 96, Uberlândia registrou o óbito de 6 mulheres e 5 homens. No total, 1.349 mulheres morreram devido ao coronavírus, enquanto 1.857 homens perderam a vida. Perfil das mortes por Covid-19 em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Apreensões ocorreram em três ocorrências diferentes; animais foram soltos na natureza. Aves apreendidas em Limeira foram soltas na natureza pela Polícia Militar Ambiental Divulgação/ Polícia Militar Ambiental A Polícia Militar Ambiental resgatou nove aves que eram mantidas em cativeiro e emitiu R$ 4,5 mil em multas em três ocorrências diferentes, em Limeira (SP), nesta sexta-feira (21). A primeira ação foi realizada na Rua Maranhão, na Vila Rosário, onde foram localizadas duas aves da fauna nativa em cativeiro sem autorização legal: um canário-da-tera-verdadeiro e uma coleirinha papa capim. Foi emitida multa de R$ 1 mil ao proprietário. A segunda apreensão ocorre na Rua Luiz Carlos Morente, no Jardim Residencial Guimarães, onde também foi localizado um canário-da-terra-verdadeiro criado sem autorização. A multa aplicada ao criador foi de R$ 500. A última ocorrência foi atendida na Rua Dom Helder Câmara, no Jardim Residencial Ernesto Kühl. No endereço, foram apreendidos quatro canários-da-terra verdadeiro e duas coleirinhas papa capim, também mantidas ilegalmente. A autuação nesse caso foi de R$ 3 mil. Todos os animais apreendidos foram soltos na natureza, em local adequado. VÍDEOS: Veja reportagens sobre a região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba

Estado tem 6.805 óbitos provocados pelo coronavírus desde o início da pandemia. Teste de Covid RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Rondônia registrou 2.056 novos casos conhecidos de Covid-19 nesta sexta-feira (21), chegando ao total de 298.451 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. O estado também registrou 5 mortes pela Covid-19 em 24 horas, totalizando 6.805 óbitos desde março de 2020, o início da crise sanitária. As mortes foram confirmadas em: Porto Velho, Buritis e Costa Marques. Os dados são do boletim diário divulgado pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). População vacinada O boletim também atualizou os dados da população vacinada contra Covid-19 no estado: 1.241.968 rondonienses tomaram a primeira dose do imunizante e 1.047.064 também tomaram a segunda. Já quanto a dose de reforço, 181.408 pessoas receberam aplicação. VÍDEOS: veja outras notícias de Rondônia

Aumento de casos confirmados pela doença em janeiro foi considerado "explosivo" pela Secretaria da Saúde. Vítima da Covid-19 é enterrada em Fortaleza Fabiane de Paula A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Fortaleza informou que a capital registrou 82 óbitos por Covid-19 apenas no mês de janeiro. O número é o maior desde julho de 2021 e, por isso, a prefeitura já considera novamente as mortes pelo coronavírus como "eventos frequentes". Além disso, o município também considera que, em janeiro, o aumento de casos por Covid foi "explosivo". A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Fortaleza informou que foram registrados, só nos 20 primeiros dias deste mês de janeiro, 82 óbitos por Covid-19. Os números são os mais altos desde julho de 2021, por isto, as mortes pelo coronavírus voltaram a ser consideradas como "eventos frequentes". A prefeitura também ressaltou que o aumento de casos confirmados da doença neste mês foi "explosivo". Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Os dados constam em boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (21) pelo município. O último boletim antes desse foi divulgado em 7 de janeiro. Ele já trazia a informação que Fortaleza registrava um aumento acelerado de casos de Covid-19. Na ocasião, entretanto, a ocorrência de mortes ainda era classificada como "relativamente rara". LEIA TAMBÉM: Terceira onda da pandemia no Ceará tem aumento abrupto de casos diários e baixa letalidade; veja o cenário da pandemia no estado Governo amplia para 25 centros de testagem gratuitos para Covid-19 no Ceará Segundo a pasta, as mortes diárias decorrem da terceira onda da pandemia em Fortaleza, que é provocada, em suma, pela variante ômicron. Entre os dias 14 e 20 de janeiro, foram registrados 36 óbitos, os outros 46 ocorreram entre o dia 1º e o dia 13 de janeiro. "A diminuição das fatalidades vinha sendo sustentável, potencializada pela vacinação de um grande contingente populacional. No entanto, a introdução de uma nova variante altamente transmissível e que, mesmo menos agressiva, tem potencial de causar casos graves, sobretudo em pacientes não vacinados ou com imunização incompleta, provocou novo aumento das mortes diárias", diz o boletim. Além disso, os casos confirmados pela doença, diferentemente das ondas anteriores, conforme a prefeitura, foi considerado "explosivo". "Em meados de dezembro de 2021, com a introdução da nova variante ômicron, tem início a terceira onda epidêmica em Fortaleza. Sobretudo nas duas primeiras semanas de 2022, há incremento substancial de casos novos diários que não foi gradual", afirma. O número de casos, inclusive, são os maiores, desde maio de 2021, embora o mês ainda não tenha sido finalizado. Segundo a prefeitura, os índices de contaminações, agora, apresentam "inclinação ascendente", a qual deve ser monitorada pelas autoridades sanitárias. Testes de Covid-19 são feitos em drive-thru no Hospital Geral de Fortaleza. Divulgação/Sesa Além disso, a prefeitura também afirmou que a taxa de positividade atual para os exames feitos em Fortaleza na rede pública está em 56%. Ou seja, a cada 100 testes para detecção do coronavírus, mais da metade dão positivo. Este dado, inclusive, faz a própria secretaria da Saúde questionar o número de casos, sugerindo a existência de subnotificação. "É possível que os dados estejam muito subestimados, dada a proporção da positividade de quase 60% nos laboratórios de referência", considera o boletim. Assista às notícias do Ceará no g1 em 1 Minuto:

Na terça-feira (18), a Justiça bloqueou R$ 6,5 milhões pagos pela prefeitura da capital para compra de livros sem licitação. Secretário de educação falou sobre processo de inexigibilidade. Semec Teresina dá esclarecimentos sobre processo de aquisição de livros Divulgação A Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) de Teresina apresentou, nesta sexta-feira (21), esclarecimentos sobre o processo de aquisição de livros pelo órgão. A apresentação foi feita para membros dos Tribunais de Contas da União (TCU) e Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público e Procuradoria Geral do Município de Teresina. Durante a apresentação, o secretário de educação, Nouga Cardoso, explicou sobre o processo de inexigibilidade, situações em que a competição, o princípio básico das licitações, não é viável. Isso acontece porque, às vezes, há exclusividade de uma determinada editora sobre um determinado livro, por exemplo. O gestor também explicou aos membros dos órgãos controladores como se procedeu a compra do livro “Teresina Educativo”. O contrato previa a aquisição de 100 mil exemplares para compor os acervos bibliográficos das escolas municipais da Secretaria Municipal de Educação, de ensino fundamental do 1º ao 9º ano. Contudo, o Tribunal de Justiça do Piauí determinou o bloqueio de R$ 6,5 milhões recebidos pela empresa contratada sem licitação para fornecimento dos livros à Semec. A secretaria afirmou que o livro foi adquirido para ser usado pelos 75 mil alunos, do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino, professores, auxiliares, bibliotecas e comunidades das 321 unidades escolares do município de Teresina, que dispõem de sala de leitura. “O livro não será aplicado somente em 2022. Neste ano, os alunos que estão concluindo o 9º ano deixarão a rede e os que estão concluindo o ensino infantil, adentrarão ao 1º ano em 2023 e também receberão esses livros”, disse o secretário municipal de educação. Quanto as informações sobre a empresa que forneceu o livro Teresina Educativo, a Semec afirmou que a mesma apresentou todos os documentos necessários para aquisição do material e mostrou exclusividade com a oferta do material. “Se a empresa cometeu alguma irregularidade em outros processos pelo país, isso em nada nos diz respeito, pois apresentou tudo o que solicitamos e dentro da legalidade”, declarou Nouga Cardoso. Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube
Caminhonete em que a vítima estava teria batido em um caminhão que tentou cruzar a pista. Uma pessoa do sexo masculino, de idade não informada, morreu na tarde desta sexta-feira (21) em um acidente na BR-050, em Delta. De acordo com a Polícia Militar (PM), a caminhonete em que a vítima estava teria batido em um caminhão que tentou cruzar a pista. Com o impacto, o caminhão tombou e o motorista foi atendido. Não há informações sobre o estado de saúde dele. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para demais providências. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Dose de reforço foi aplicada em mais de 38,9 milhões de pessoas, número corresponde a 18,11% da população brasileira. 12 estados não divulgaram dados. Os dados do consórcio de veículos de imprensa desta sexta-feira (21) mostram que 148.322.143 pessoas estão totalmente imunizadas. Este número representa 69,04% da população. A dose de reforço foi aplicada em 38.909.641 pessoas, o que corresponde a 18,11% da população. 12 estados não divulgaram dados da vacinação. Estados com maiores percentuais de totalmente imunizados (2ª dose + dose única): SP (78,99%), PI (75,73%), SC (74,85%), MG (73,12%), MS (72,28%). Brasil, 21 de janeiro Total de pessoas que estão totalmente imunizadas (que receberam duas doses ou dose única): 148.322.143 (69,04% da população) Total de pessoas que receberam a dose de reforço: 38.909.641 (18,11% da população) Total de pessoas que estão parcialmente imunizadas (que receberam apenas uma das doses necessárias): 162.753.888 (75,76% da população) Total de doses aplicadas: 349.985.672 (80,99% das doses distribuídas para os estados) 14 estados e o DF divulgaram dados novos: DF, RN, SE, PE, PA, MS, PI, ES, MG, BA, CE, SC, TO, AM, SP 12 estados não divulgaram dados novos: AC, AL, AP, GO, MA, MT, PB, PR, RJ, RO, RR, RS O levantamento é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por g1, "O Globo", "Extra", "O Estado de S.Paulo", "Folha de S.Paulo" e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro. Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado: Vacinação nesta sexta-feira Arte g1 Balanço de casos e de mortes nesta sexta-feira Mapa da vacinação contra a Covid-19 Média móvel de mortes no Brasil e nos estados Mortes e casos por cidade Consórcio O consórcio de veículos de imprensa foi formado em junho de 2020, em resposta a uma decisão do presidente Jair Bolsonaro de, na ocasião, restringir acesso a dados sobre a pandemia. Os boletins informam, atualmente, o número de pessoas mortas por coronavírus, a quantidade de contaminados e a média móvel, indicador segundo o qual é possível verificar em quais estados a pandemia do novo coronavírus está aumentando, diminuindo ou em estabilidade.

País tem 622.647 óbitos e 23.757.741 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Médias móveis apontam mais de 200 mortos e 100 mil casos diários. O Brasil registrou nesta sexta-feira (21) 168.820 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 23.757.741 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 118.840 - a maior marca registrada até aqui. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +296%, indicando tendência de alta nos casos da doença. Brasil, 21 de janeiro Total de mortes: 622.647 Registro de mortes em 24 horas: 396 Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 257 (variação em 14 dias: +114%) Total de casos conhecidos confirmados: 23.757.741 Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 168.820 Média de novos casos nos últimos 7 dias: 118.840 por dia (variação em 14 dias: +296%) Curva mostra a alta expressiva na média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas Editoria de Arte/g1 O país também registrou 396 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 622.645 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 257 -- a maior registrada desde 18 de novembro. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +114%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença. O estado do Acre não registrou mortes por Covid nas últimas 24 horas. Dessa forma, a média móvel de vítimas atinge agora um patamar acima do que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro (leia mais abaixo). Na época, essa média indicava 183 mortos pela doença a cada dia. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados Mortes e casos por cidade Veja como está a vacinação no seu estado Instabilidade nos sistemas Após o apagão de dados do Ministério da Saúde, os estados começaram a normalizar a divulgação de números de Covid-19 no Brasil no dia 4 de janeiro. Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 após ataque hacker foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão inicial de estabilização dos sistemas, de 14 de dezembro, não foi cumprida. No início de janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas foram reestabelecidas ainda em dezembro; afirmou que, no dia 7 de janeiro, normalizou a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados, e que o retorno do acesso às informações estava sido gradual. Governo de SP contabiliza menos casos novos de Covid-19 em todo o estado do que prefeitura registra apenas na capital paulista Apagão de dados do Ministério da Saúde completa um mês Segundo a pasta, a instabilidade no sistema não interferiu na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, como a Covid. É o oposto do que dizem pesquisadores. "A gente não consegue planejar a abertura de novos serviços hospitalares, de centros de testagem, abertura de novos leitos e entender as regiões onde o impacto da nova variante é maior", diz Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz. "A gente não viu a evolução e a chegada da ômicron. Ela não apareceu de repente no Ano Novo. Ela entrou ao longo do mês de dezembro, e a gente estava completamente em voo cego ali, porque não tinha dado nenhum; a gente não viu os dados crescerem", afirma o professor Marcelo Medeiros, fundador do Covid-19 Analytics. Ele interrompeu o serviço que auxilia autoridades a tomarem decisões em meio à pandemia. Curva de mortes nos estados Em alta (21 estados e DF): PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AM, AP, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE Em queda (4 estados): PA, RO, AC e PE Em estabilidade (1 estado): RR Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados. VACINAÇÃO: veja o balanço mais recente no Brasil Veja a situação nos estados O g1 divulga abaixo a média móvel de casos conhecidos, em vez da média móvel de mortes, em razão do momento da pandemia no Brasil. O grande número de vacinados com duas doses, perto de 69% da população, contribuiu para reduzir significativamente a quantidade de mortes no país. Associada a isso, a variante ômicron fez explodir o total de casos. Média móvel de casos conhecidos Editoria de Arte/g1 Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Números da pandemia Editoria de Arte/G1

Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Paraná. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Paraná.

Crime aconteceu no bairro Jardim Paraíso, em São José do Rio Preto, na madrugada de sexta-feira (21). Câmera flagrou homem atirando contra colombiano em Rio Preto Reprodução/Câmera de segurança Uma câmera de segurança registrou o momento em que o colombiano Willian Andres Velasques, de 31 anos, foi morto a tiros no bairro Jardim Paraíso, em São José do Rio Preto (SP), na madrugada de sexta-feira (21). É possível ver no vídeo que a vítima estava sentada, quando o criminoso se aproximou, realizou diversos disparos com uma arma de fogo e foi embora (veja abaixo). Willian chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte. Câmera flagra colombiano sendo morto a tiros em Rio Preto Enquanto atendia a ocorrência, a Polícia Militar ouviu disparos de arma de fogo na mesma rua. Um outro homem foi encontrado ferido e encaminhado ao Hospital de Base. De acordo com o boletim de ocorrência, os autores dos disparos contra Willian e o outro homem não foram encontrados. A Polícia Civil investiga o homicídio e a tentativa de homicídio. Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da região

Ação vai ocorrer no Mini Terminal Luiz Canuto Chaves, das 8h às 12h. Campanha será realizada ao mesmo tempo nas outras seis capitais da região Norte do país. Ação vai ocorrer no Mini Terminal Luiz Canuto Chaves, das 8h às 12h PMBV O Ministério da Saúde realiza neste sábado (22) uma ação de testagem e vacinação contra a Covid-19, em Boa Vista. A campanha Testa Brasil, Testa Roraima é realizada em parceria com o governo do estado e a Secretaria Municipal de Saúde da capital. A ação vai ocorrer no Mini Terminal Luiz Canuto Chaves, no Centro, das 8h às 12h. Serão disponibilizados cerca de 600 testes para Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, a mesma ação será realizada nas outras seis capitais da região Norte do Brasil. Em Boa Vista, a mobilização será acompanhada pelo secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. O ministro Marcelo Queiroga fará pronunciamento. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

A partir de sábado (22), organizadores de eventos deverão exigir comprovante de vacinação dos participantes. Prefeitura de Foz do Iguaçu anuncia exigência do comprovante de vacinação em serviços públicos e em todos eventos da cidade Marcos Landim/RPC A Prefeitura de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, determinou a obrigatoriedade do comprovante de vacinação em serviços públicos e em todos eventos realizados na cidade. A medida foi publicada no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira (21). A partir de sábado (22), conforme a prefeitura, os organizadores dos eventos deverão exigir a apresentação do documento dos participantes. Ainda conforme o decreto, a partir de segunda-feira (24), o comprovante será exigido também para o atendimento nos prédios públicos da administração municipal. De acordo com a prefeitura, as novas regras foram anunciadas devido ao aumento nos casos da doença, registrados desde o início de 2022, que ultrapassam a caso dos 5 mil. Outra preocupação, conforme a prefeitura, é também com o aumento de internações, principalmente, entre pessoas sem esquema vacinal completo. De acordo com a Vigilância Epidemiológica do Município, eles representam 79,3% dos internamentos por Covid-19 em Foz do Iguaçu. Cumprimento do isolamento Conforme informou a prefeitura, a fiscalização será reforçada para garantir que pacientes em isolamento cumpram o período exigido. Em caso de descumprimento, as pessoas serão encaminhadas ao Ministério Público (MP) onde poderão ser multadas. A prefeitura reforça que o uso de máscaras continua obrigatório também nos estabelecimentos comerciais. Veja mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste.

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Secretaria confirmou mais 768 casos e 8 mortes da doença. Peter Linforth/Pixabay O Pará contabilizou mais 768 casos de Covid-19 e 8 mortes causadas pela doença. Segundo o boletim divulgado pela Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa) nesta sexta-feira (21). Agora são 637.758 pessoas diagnosticadas com a doença desde março de 2020, sendo que 17.280 morreram. Foram confirmados 272 novos casos e uma morte cadastrada nesta terça e que ocorreu nos últimos sete dias. Em relação à subnotificação das prefeituras, foram confirmadas mais 496 casos e sete óbitos ocorrido em dias anteriores. O Pará possui, até então, 596.237 recuperados, 150.694 descartados e 3.644 casos em análise. Ocupação hospitalar Em relação à ocupação de leitos na rede estadual, o Pará tem ocupação de 60% dos 216 leitos clínicos e 71% dos 201 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). VÍDEOS: assista às principais notícias do Pará
Agora ser um ambulante licenciado ficou mais fácil com o aplicativo Comércio Informal Salvador, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) para facilitar a vida de vendedores ambulantes e demais comerciantes informais. Lançada há uma semana, a ferramenta está disponível no Google Play, para celulares com sistema Android, ou App Store, para smartphones com sistema iOS (iPhone). Para ter acesso, é preciso fazer um cadastro inicial digitando o CPF ou CNPJ, nome completo, e-mail e celular. Depois o cidadão valida uma senha pelo e-mail, que dará acesso aos serviços pelo aplicativo. Para a solicitação de licença, é preciso atualizar os dados iniciais cadastrados, acrescentar o endereço do solicitante e uma foto de perfil. Após esses passos, o requerente informa o endereço onde quer atuar com o comércio, a atividade, equipamento e forma de pagamento da licença e faz o upload de alguns documentos, a exemplo de RG, CPF, comprovante de endereço, certidão negativa de débito mobiliário, entre outros que podem ser solicitados a depender do tipo de licença. Com a finalização do pedido, um boleto para pagamento da taxa de solicitação, no valor de R$18, é emitido. O vendedor realiza o pagamento e passa a acompanhar o status da solicitação pelo e-mail cadastrado ou pelo próprio aplicativo. O prazo para obter um retorno da Semop varia e pode chegar a 30 dias. Até o momento, 476 pessoas já fizeram download da ferramenta. “O aplicativo veio para facilitar o processo de licenciamento dos ambulantes, que não vão mais precisar perder o dia de trabalho para se deslocar até a Semop. Sabemos o quanto cada hora de trabalho é importante para o comerciante informal, que vive basicamente do que produz diariamente. Estamos em constante avanço da tecnologia, então, não poderíamos deixar de modernizar também o nosso sistema de licenciamento”, conta a titular da Semop, Marise Chastinet.

Ação acontece no Palácio Rio Madeira, das 9h às 13h. Serão disponibilizados dois mil testes rápidos. Testagem rápida para diagnóstico da Covid-19 em Rondônia Frank Nery/ Governo de Rondônia Uma ação de testagem rápida para identificar moradores infectados pela Covid-19 será realizada neste sábado (22) em Porto Velho. Os atendimentos serão realizados em sistema de drive-thru das 9h às 13h no Palácio Rio Madeira, localizado no Centro Político e Administrativo (CPA), na avenida Farquar, bairro Pedrinhas. Segundo o Governo de Rondônia, serão disponibilizados dois mil testes rápidos. Qualquer pessoa que apresente sintomas gripais ou que teve contato com alguém infectado pode ser testada. Todos os pacientes que testarem positivo passarão por consulta médica. Veja mais notícias de Rondônia

Ação terá dois pontos para aplicação das doses em modo drive-thru, mas UBSs também vão funcionar neste sábado (22). Mutirão voltado para vacinar crianças entre 5 e 11 anos com comorbidades será realizado neste sábado (22), em Iranduba Divulgação Um mutirão voltado para vacinar crianças entre 5 e 11 anos com comorbidades será realizado neste sábado (22), em Iranduba, município distante 27 quilômetros de Manaus. Além da vacinação, serão abertos dois centros de testagem para detecção da Covid-19 na cidade. As vacinas para crianças serão aplicadas durante toda a semana no município. A meta é vacinar todas as 280 crianças que se enquadram no perfil em Iranduba. A ação terá dois pontos de vacinação em modo drive-thru. Um localizado na localizado na Praça dos Três Poderes, em frente à sede da prefeitura e outro no distrito de Cacau Pirera, próximo à Escola Senador João Bosco. Em cada ponto, haverá quatro postos de vacinação para atender a população que for de carro ou moto. Com o objetivo de ampliar a vacinação contra a Covid-19 no município e incentivar a população a completar o esquema vacinal, durante todo o sábado, 20 Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionarão das 8h às 18h para a aplicação da 1ª, 2ª e 3ª (dose de reforço). Centro de testagem Dois centros de testagens serão inaugurados no município. Os centros serão instalados na UBS Dr. Lourenço Borghi, localizada na travessa Juruá, no Centro do município, e na UBS Vitória Paz, localizada no distrito de Cacau Pirêra. Veja os vídeos mais assistidos do Amazonas

Secretaria de Saúde afirmou que os imunizantes serão utilizados para aplicação de doses de reforço. Mais doses de AstraZeneca vão chegar ao Tocantins Mariana Ferreira/Governo do Tocantins O Tocantins deve receber um novo lote de vacinas AstraZeneca neste sábado (22). Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), os imunizantes serão utilizados para aplicação de doses de reforço. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram As vacinas devem chegar ao aeroporto de Palmas durante a tarde. Conforme o governo, os frascos só serão distriobuídos após conferência. A data ainda não foi informada. A gerente de imunização da SES, Diandra Sena, disse que “a dose de reforço para Covid-19 é realizada, preferencialmente, com imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Janssen. Essas 35 mil doses que serão recebidas serão todas destinadas a dose de reforço. Vacinação contra a Covid-19 De acordo com os dados do Vacinômetro, página que monitora a imunização no Tocantins, o estádo já recebeu 2.767.665 doses de vacinas do Ministério da Saúde, sendo que 2.683.110 doses foram distribuídas aos municípios e 2.077.684 foram aplicadas. São 1.059.529 referentes a aplicação de primeira dose, 838.388 da segunda dose da vacina e 36.976 da dose única. Além disso, 142.791 pessoas receberam a dose de reforço. Os dados foram atualizados nesta sexta (21). Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Conforme a última atualização da Eco050, a faixa 1 no sentido Sul foi liberada. Acidente ocorreu na madrugada de quinta-feira (20). Carreta de etanol tombada no km 90 da BR-050 Via Drones/Divulgação O trânsito no km 90 da BR-050, no sentido Uberlândia/Uberaba, opera parcialmente nesta sexta-feira (21). Conforme a última atualização emitida às 19h06, pela Eco050, a faixa 1 no sentido Sul foi liberada. A interdição da pista começou no início da manhã para realizar o transbordo da carga de 50 mil litros de etanol e a retirada de um caminhão que tombou na noite de quinta-feira (20). Segundo a Eco50, até o momento, foram retirados 55 mil litros de combustível e a operação de transbordo segue no local até a última atualização desta matéria. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) auxiliam na operação. A concessionária reforçou que a ação demanda cuidado devido ao produto. Durante a manhã, o Corpo de Bombeiros já havia informado que o caminhão isolado não oferece risco de explosão, mas a partir do momento em que ele começar a ser removido, há sim o perigo, por isso o tráfego na região ficará interrompido até a retirada do veículo. "O risco é porque o caminhão tá carregado com líquido combustível, então qualquer fagulha é imediata a combustão. Então, a prevenção nossa é para evitar, porque pode haver uma explosão, uma vez que o tanque está cheio de etanol.", disse na noite de quinta-feira, o sargento Josiel Oliveira, do Corpo de Bombeiros. Carreta de etanol tombada no km 90 da BR-050 Bárbara Almeida/g1 VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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Decisão foi tomada por conta do aparecimento da nova variante ômicron e o aumento no número de casos desde o início do ano. Paraná chegou a 1.780.013 diagnósticos e 40.740 óbitos pelo coronavírus. Sesa reativa quase 500 leitos para pacientes com Covid-19 e H3N2 no Paraná Geraldo Bubniak/AEN A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) começou nesta sexta-feira (21) o processo de reabertura de novos leitos de enfermaria para atender a demanda de pacientes infectados pelo coronavírus e que precisam de internamento hospitalar. A decisão foi tomada por conta do aparecimento da nova variante ômicron e o aumento no número de casos de Covid-19 e também de Influenza (H3N2) desde o início do ano. A capacidade de internamentos praticamente será dobrada, passando dos atuais 515 para 1 mil leitos de enfermaria. De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, nas últimas semanas, a Central de Regulação de Leitos apresentou uma alta na taxa de ocupação. "Ao longo desses meses, com a redução da demanda e para atender outros casos, desativamos vários leitos, já que os internamentos haviam chegado a um número baixo. Mas, nesses últimos 15 dias, vimos os casos da Covid dispararem e não queremos ninguém desassistido", afirmou. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias ACOMPANHE: Média móvel de mortes e casos no estado MAPA: Veja onde se vacinar em Curitiba, no app Você na RPC A reabertura de leitos para Covid-19 será, nesse primeiro momento, direcionada para o Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná, em Londrina, com 15 leitos para receber novos pacientes. Nos próximos dias, será a vez do Hospital Santa Casa de Irati (12 leitos), Hospital Universitário de Ponta Grossa (9 leitos) e Hospital Universitário de Maringá (10 leitos). Até ao final do mês está prevista a abertura de pelo menos 485 vagas. "No momento, não haverá abertura de leitos UTI, mas estamos monitorando tanto a situação no avanço dos casos de Covid como a epidemia de gripe. Conforme a necessidade, faremos as mudanças necessárias para atender a população", disse o diretor de Gestão em Saúde, Vinícius Augusto Filipak. Números da Covid no Paraná Chegou a 1.780.013 o total de casos confirmados do novo coronavírus no Paraná, segundo relatório divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta sexta-feira (21). O número de óbitos pela Covid atingiu 40.740. Foram incluídos 21.943 novos diagnósticos e 20 novas mortes, na comparação com os dados do dia anterior. Desde o início de 2022, foram registrados 167.278 novos casos de Covid. No final do ano passado, o número não ultrapassou 9,4 mil. A última vez que o Paraná teve registro de mais de 100 mil pessoas infectadas pelo vírus SARS-CoV-2 foi em junho do ano passado, contabilizando 162.523 casos. O número de pessoas com a infecção da H3N2, considerada um tipo do vírus Influenza A, chegou a 1.516. Foram registrados 48 óbitos. A taxa de recuperação da Covid no Paraná é de 86%, conforme a secretaria. Ao todo, foram 1.531.834 recuperados. Novos óbitos As novas mortes são de sete mulheres e 13 homens, com idades que variam entre 44 e 87 anos. A taxa de letalidade da Covid no Paraná está em 2%, segundo o relatório. Veja, abaixo, informações sobre os novos óbitos confirmados. Novos óbitos registrados no estado O boletim da Sesa mostrou que a média de idade dos casos confirmados do novo coronavírus é de 39 anos; enquanto a média de idade das mortes é de pacientes com 64,52 anos. A maior parte das pessoas que morreram é formada por homens: 58% (23.455 mortes). As mulheres representam 42% (17.285) das vítimas. Em relação aos casos confirmados da Covid-19, o número mais alto está entre as mulheres. São 837.359 homens (47%) e 942.654 mulheres (53%). Internamentos A Sesa informou que 89 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS - sendo 35 em UTI e 54 em leitos clínicos/enfermaria - e nenhum em leitos da rede particular. O levantamento apontou ainda que há outros 951 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus. Leitos Confira, abaixo, a taxa de ocupação de leitos hospitalares SUS exclusivos para pacientes suspeitos ou confirmados de Covid: 64% dos 489 leitos de UTI adulta 60% dos 561 leitos de enfermaria adulta 40% dos 5 leitos de enfermaria infantil Considerando a divisão de leitos no estado em cada uma das macrorregiões, a Norte é a que apresenta a maior taxa de ocupação das vagas de UTI para pacientes adultos. Veja, abaixo, a situação das UTIs para adultos em cada uma delas: Leste: 59% Oeste: 70% Noroeste: 66% Norte: 76% Casos por município O levantamento da secretaria aponta que todas as 399 cidades do estado possuem pelo menos um caso confirmado de coronavírus e uma morte. De acordo com a secretaria, outros 8.674 casos de coronavírus foram confirmados no Paraná em pacientes que moram em outros estados. 225 deles morreram pela doença. Confira, abaixo, os dados referentes a cada município. Casos de coronavírus no Paraná Assista aos vídeos mais acessados do g1 PR Veja mais notícias do estado em g1 Paraná.

Parentes só descobriram desaparecimento quando foram liberar corpo para o sepultamento, em Praia Grande (SP). Após um ano de investigações, sem conclusão, inquérito policial foi arquivado. Marinheiro morreu afogado enquanto praticava stand up em Guarujá, SP Arquivo Pessoal/Vanessa Paixão O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) determinou o arquivamento do inquérito policial que investigava, há mais de um ano, o desaparecimento do corpo de um marinheiro de dentro do Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Inconformada com a decisão, a família de Alexandro dos Santos quer respostas sobre o sumiço do corpo. A irmã do marinheiro, Joice dos Santos, está decepcionada com o arquivamento do caso. Ao g1, ela disse que ainda faltavam dois corpos a serem exumados, e pessoas da funerária serem ouvidas. "Estava na esperança, ainda, de ter uma resposta, e do nada eles vão e arquivam. Estou esperando há um ano, e do nada acontece um negócio desse. Para nós, foi um baque, a família quer respostas", diz. "Eu não quero que isso fique impune e termine assim. É um quebra-cabeça que não dá para encaixar. O caso parece um mistério, nunca tem uma solução, nunca é resolvido, e a gente precisa de uma resposta, e que quem fez pague por isso", completa Joice. "A gente não admite isso. Como deu por encerrado uma coisa que nem acharam o corpo? Estamos indignados. Como que some um corpo dentro de um IML? É uma família totalmente destruída, a gente não teve como enterrar ele dignamente após o falecimento. É revoltante, e as autoridades têm que dar algum parecer", afirma a prima do marinheiro, Vanessa Paixão. A advogada da família, Gicelda Souza Santos, disse ao g1 que o arquivamento do inquérito é uma injustiça, e que, durante um ano, não foi feito tudo que precisava. "Foi um inquérito que não teve êxito, as diligências não foram tão pontuais, e não foram feitos todos os esforços". Segundo Gicelda, o arquivamento do caso impossibilita recurso. "O que a gente pode fazer é, se houver um fato novo, pedir o desarquivamento, para que seja apurado novamente, mas com esse arquivamento, a autoria ou localização do corpo não será possível", explica. "A gente só consegue desarquivar se tiver novas provas. Eu vou ter que colher provas, tentar levantar funcionários que tenham visto alguma coisa, que saibam de alguma coisa para pedir o desarquivamento, [mas] a defesa, por si só, não pode intimar um funcionário público a depor. Não posso solicitar que um funcionário vá até a delegacia prestar depoimento, o correto é ser feito por meio de requerimento da autoridade policial, e não foi feito", complementa. Gicelda ainda afirma que vai tentar encontrar outra medida cabível judicial para dar seguimento na investigação do caso. "A família não tem condições de contratar pessoas que possam fazer uma investigação paralela, então, vamos ter que tentar algum meio de saber o que aconteceu com esse corpo, para que a família tenha paz. Até agora, a mãe não conseguiu enterrar o filho, é muito difícil". A advogada disse que irá entrar com uma ação contra o estado por danos morais. "Isso não vai mudar o sentimento da família, mas é um meio de que o estado pague e seja punido de alguma maneira". Segundo a profissional, a família teve acesso ao celular de Alexandro, e descobriu que, após a morte dele, dois saques foram realizados de contas bancárias dele. "Informei ao delegado, que disse que iria apurar, mas não tive resposta. Vou fazer um requerimento à autoridade para instaurar um inquérito para apurar esse fato em relação ao saque". Arquivamento Segundo documentos obtidos pelo g1, o Ministério Público do Estado de São Paulo requereu o arquivamento do caso. Segundo o documento, "passado mais de um ano desde a ocorrência dos fatos, dos elementos coligidos aos autos, permanece completamente ignorada a autoria delitiva". O promotor de Justiça destacou, em 12 de janeiro deste ano, as declarações de funcionários do IML de que, no local, não há câmeras de monitoramento, e que o plantão funciona 24 horas, mas o contêiner onde o corpo estava armazenado fica fora da visão dos plantonistas, circunstâncias que dificultam e impedem a identificação do autor do crime. A sentença foi definida em 17 de janeiro pelo juiz Vinicius de Toledo Piza Peluso, que acatou a solicitação do MP-SP e determinou o arquivamento do inquérito policial sobre o caso. Posicionamentos O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo informou que não emite nota sobre questões judiciais, e que os magistrados têm independência funcional, garantida pelo próprio Estado de Direito, para decidir de acordo com os documentos dos autos e o livre conhecimento. Ainda de acordo com o TJ-SP, quando há discordância da decisão, cabe às partes a interposição dos recursos previstos na legislação vigente. O g1 também entrou em contato com o Ministério Público do Estado de São Paulo e com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que responde pelas investigações da Polícia Civil e pelo Instituto Médico Legal, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Entenda o caso O corpo de um homem que morreu afogado desapareceu de dentro do Instituto Médico Legal de Praia Grande. Na época, os peritos deram a notícia do sumiço do corpo do marinheiro civil Alexandro dos Santos, de 40 anos, mais de um mês depois, quando os parentes foram ao local liberá-lo para o sepultamento. Santos desapareceu no mar enquanto praticava stand-up paddle com um amigo, em 30 de setembro de 2020. Segundo o colega declarou à polícia, na volta do passeio, o tempo mudou, e começou a ventar muito forte, fazendo com que eles se afastassem um do outro. Em determinado momento, ele perdeu Alexandro de vista. Ao chegar à Praia do Guaiuba, o rapaz acionou os bombeiros. Por volta das 20h, um banhista encontrou a prancha que o rapaz usava quando desapareceu. O corpo de Alexandro só apareceu sete dias depois, em Itanhaém, a mais de 85 km de onde foi visto pela última vez. Ele foi encontrado por pescadores e encaminhado ao IML de Praia Grande, onde ficaria até ser reconhecido por familiares e liberado para o sepultamento. Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande, SP Reprodução/TV Tribuna A família foi avisada e se dirigiu ao IML para o reconhecimento do corpo de Alexandro. No entanto, apesar de os parentes identificarem as roupas que ele usava, por conta de fotos tiradas no mesmo dia de seu desaparecimento, eles foram avisados de que, como seu rosto estava irreconhecível, as roupas não serviriam para identificá-lo, obrigando-os a seguir com o exame de DNA. Três meses depois, em 8 de janeiro de 2021, a irmã de Alexandro recebeu uma ligação do IML afirmando que o resultado ficou pronto, dando positivo, e que os familiares poderiam ir ao instituto para prosseguir com as burocracias do sepultamento. Ela e a prima dele foram até lá e descobriram que o corpo estava desaparecido desde, pelo menos, 24 de novembro, quando os funcionários notaram a falta. Versões diferentes A versão registrada no boletim de ocorrência elaborado na Delegacia Sede de Praia Grande pelos funcionários do Instituto Médico Legal do município, em 1º de dezembro, não assume a possibilidade de furto contada às parentes. Segundo o documento, até 15 de outubro, o corpo "se encontrava na geladeira do IML, tendo no dia seguinte sido removido para um contêiner refrigerado diante da necessidade de se aguardar o resultado do exame de DNA para a confirmação da identificação". Segundo o relato dos peritos à Polícia Civil, no dia 3 de novembro, o contêiner foi aberto para a inserção de outros três corpos, sendo um não identificado, um de um homem e outro de uma mulher. No dia 24 de novembro, durante trabalho de remoção dos corpos da câmara refrigerada, que apresentava defeito, para outro contêiner, constatou-se a ausência de Alexandro. "A suspeita dos funcionários é de que o saco em que estava inserido o corpo desaparecido possa ter sido removido acidentalmente, em conjunto com o saco em que estava o corpo da mulher ou do homem, e, dessa forma, ele possa ter sido sepultado junto com um desses outros dois corpos", registrou o escrivão no boletim de ocorrência. O corpo do homem foi sepultado em Pedro de Toledo, no Vale do Ribeira, em 3 de novembro, enquanto o da mulher foi sepultado no Cemitério de Praia Grande, em 4 de novembro. As investigações correram pela Delegacia Sede de Praia Grande, responsável pelo caso. Até o início do ano passado, o delegado Renato Porto estava à frente das investigações, e solicitou a exumação de dois corpos, que foram removidos do mesmo contêiner onde Alexandro estava e liberados para sepultamento. Com os resultados dos exames periciais das exumações, ficou comprovado que o corpo do marinheiro não foi enterrado por engano junto a essas duas outras pessoas. Contêiner refrigerado ficava no estacionamento do IML de Praia Grande, SP Reprodução/TV Tribuna VÍDEOS: Mais assistidos do g1 nos últimos 7 dias

Vítimas contaram aos socorristas que motor do equipamento falhou. Queda aconteceu em tentativa de pouso, no final da tarde desta sexta (21). Acidente aconteceu no final da tarde, no litoral do estado BPMOA Um paramotor caiu em um dos manguezais de Paranaguá, no litoral do estado, no final da tarde desta sexta-feira (21), segundo a Polícia Militar. Dois homens estavam no equipamento. Segundo informações do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), que realizou o resgate, as vítimas tiveram ferimentos leves. Assista: Homem com paramotor fica preso à fiação e precisa ser resgatado por bombeiros Os passageiros disseram à equipe de resgate que tiveram uma pane no motor do equipamento e precisaram tentar o pouso na região. O BPMOA disse que as vítimas foram transportadas para o aeroporto de Paranaguá, onde receberam os primeiros atendimentos por equipes do batalhão e do Samu. Um dos homens foi encaminhado ao hospital porque teve uma contusão no tórax, além de escoriações. Vídeos mais assistidos do g1 PR: Veja mais notícias do litoral em g1 Paraná.
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